Quais são os seus sonhos?

Quais são os seus sonhos?

4 minutos de leitura

Imagine que você está dentro de um sonho.

E você aparece fazendo algo muito realizador. Como, por exemplo, estar no topo de uma montanha de mais de mil metros de altura.

Já reparou que em nossos sonhos podemos escalar paredes, falar coisas que não conseguimos dizer no dia a dia, fazer o que quisermos?  

Mas, também podemos sonhar com coisas inusitadas e até esquisitas. Se você já sonhou que um elevador caiu, que não conseguiu pegar aquele vôo, com pessoas famosas ou com situações cotidianas, tudo isso são ferramentas da psique. 

A nossa consciência, aos poucos, vai enviando ao inconsciente contextos fragmentados e, às vezes, inteiros e que têm determinados significados e que aparecem nos sonhos.

Por isso que, em alguns momentos, nossos sonhos não parecem fazer nenhum sentido. Mas, se formos analisar a fundo, vamos entender que tem um ou diversos significados.

Os sonhos do homem da cidade e o da floresta

Jagube, cipó dos sonhos

Um jesuíta francês chamado Lafiteau, que fez um largo estudo sobre os indígenas, chegou a conclusão que para os índios, os sonhos tinham uma representação diferente do que para o homem da cidade.

Para nós ocidentais, nossos sonhos são símbolos de referências internas de nosso convívio social, mas também do nosso próprio sistema familiar. 

Segundo os estudos de Lafiteau, já o indígena sonha com situações de seu habitat (como animais, rituais), que é o mundo dele e esses sonhos vão ser carregados de grande significados servindo, muitas vezes, de bússola. 

Então, quando acordam, os índios acreditam que a alma tenha visto, de verdade, o que sonharam. Passando a usar o sonhos como uma orientação para seu dia. 

Muitos indígenas acreditavam, inclusive, que sua felicidade depende do que haviam sonhado. 

Sonhos indígenas: antecipações e previsões da realidade

Feito do chá de ayahuasca

Estudos da Universidade Federal de Santa Catarina sobre os sonhos dos ameríndios também reforçam a perspectiva de que, para eles, os sonhos vão representar orientações e até previsões. 

Por exemplo, um pajé wari que sonhou com um animal, pode interpretar que, na verdade, durante à noite foi ao encontro de um parente e até inimigo. Porque, para os índios, os animais não têm corpo verdadeiro (animais vistos como animais são uma representação dos homens da cidade). Portanto, uma previsão de que um amigo ou inimigo está por perto.

Para o pesquisador, João Jackson Bezerra Viana, os sonhos dos indígenas chegam a tal proximidade da sensação de realidade que os índios podem ter os mesmos sentimentos, ao acordar, que sentiram durante um sonho. No artigo intitulado Notas cromáticas sobre os sonhos ameríndios: transformações das pessoas e perspectivas, o autor narra um sonho vivenciado por um índio que sonhou que comeu um peixe que não estava bem cozido e que acordou com dor de barriga, trazendo para sua realidade as sensações do sonho (o desconforto na barriga).

Assim, os sonhos para os indígenas são uma permeabilidade entre os mundos, uma habilidade de lidar com os seres que habitam em diferentes regiões dos cosmos. E alguns desses sonhos vão representar antecipações ou previsões que vão favorecer suas práticas cotidianas, como a caça, a pesca e o cultivo e até antecipar uma doença ou situação ruim. 

Os Baniwa, por exemplo, acreditam que ao sonhar com algo feio, noite após noite, significa que o índio está sob forte ameaça. 

É claro que para os homens da cidade os sonhos também têm uma representatividade, mas não os percebemos como sagrados, assim como os índios o fazem. 

Mas, o que você sonha acordado?

Temos os sonhos que sonhamos à noite e tem aqueles sonhos que sonhamos acordados. 

Para entender nossos sonhos é preciso conhecer a si mesmo, olhamos para nós com mais lucidez e entendemos para onde estamos caminhando. O que, de fato, desejamos?

Uma das formas de se fazer isso é entrar em estado meditativo. Colocar-se numa posição de observador de si, trazendo um silêncio interior para, então, se ouvir e se perceber.

O Incenso Fênix de Cipó dos Sonhos auxilia nesse processo porque é composto com o bagaço do Jagube (Basteriopis caapi) e Chacrona (Psycotria virídis), que são plantas que possuem propriedades terapêuticas que promovem a interiorização e despertam para o autoconhecimento. 

Uma composição ancestral 

O bagaço da Jagube e da Chacrona chegam até a Fênix depois de utilizadas em chás (aproveitamos o bagaço). 

É da combinação dessas duas ervas que se gera o ancestral chá de Ayahuasca, cujas propriedades medicinais já foram profundamente estudadas em universidades brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal de Brasília (UnB) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).  

Feito do Chá de Ayahuasca
Feitio do Chá de Ayahuasca

Entre os efeitos descobertos pelos pesquisadores estão o fato da combinação dessas ervas terem propriedades ansiolíticas e serem atuantes no tratamento de doenças mentais, como depressão e ansiedade. Além de terem propriedades analgésicas.

No incenso, utilizamos as plantas já processadas. Então, a energia delas ainda está presente, mas os elementos psicoativos que o Jagube e Chacrona contém já não existem mais.

Portanto, na fumaça deste incenso são liberadas as propriedades das ervas que ajudam a trazer calma e a interiorização para as pessoas que estão naquele local. 

Esse incenso é uma homenagem ao conhecimento que os povos da floresta nos trazem.

Incenso artesanal

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