Patchouli, o aroma da liberdade

Patchouli, o aroma da liberdade

2 minutos de leitura

Rita abre uma das gavetas da penteadeira de sua avó, que deixou o móvel como herança. Saudades da época em que podia conversar com ela e contar suas histórias da juventude.

A avó havia sido uma pessoa muito inovadora e uma jovem revolucionária, daquelas pessoas que idealizaram uma sociedade que pregava a paz e o amor.  Chegou a morar numa comunidade alternativa na Califórnia, Estados Unidos, durante os anos 60, começo dos 70. Mas, retornou ao Brasil para continuar a vida como professora.

O que Rita não sabia é quanto sua avó era uma pessoa a frente do seu tempo até descobrir, no fundo da penteadeira, uma foto que iria mudar completamente sua vida.

Na imagem, preta e branca, estava a avó vestindo uma calça jeans de boca larga e uma bata, com os cabelos soltos e uma faixa na cabeça. O mais curioso é que ela estava abraçada com um rapaz magrinho, que Rita não havia conseguido identificar.

– “Quem será que é esse” – pensou.

Rita não percebeu, mas era um registro da avó no festival de Woodstock. 

– “Nossa, que legal. Parece um festival de Rock” – refletiu. 

Ela ficou mais de dez minutos olhando para aquela foto, analisando o cenário, as pessoas da foto, o local. Ficou imaginando como teria sido viver esse dia. 

Rita deixa a foto sobre a penteadeira e vai buscar um Incenso Fênix de Patchouli. 

A fumaça que queima vagarosamente do incenso tem uma leve pitada de Massala, aquele tempero presente na culinária indiana. E, então, um filme se passa pela cabeça de Rita. Ela se lembrou dos ashrams indianos, do Osho, de toda a revolução de contracultura da década de 60, do movimento paz e amor, dos inúmeros festivais, de Woodstock.

 – “Woodstock? Meu Deus, é Woodstock! Mas, o que minha avó foi fazer em Woodstock”?

O aroma de Patchouli está na memória olfativa social, principalmente das pessoas que têm mais de cinquenta anos e remete a essa época do amor livre. É uma associação que muitas pessoas podem fazer de imediato, ativando uma memória de uma época de liberdade e inocência.

Sem querer perder essa lembrança geracional, Rita, então, fica ali olhando as memórias que não são suas, mas que fazem parte de si pela ancestralidade e despertas pela Patchouli. Uma conexão com o passado, com suas próprias raízes, consigo mesmo. 

Depois que o incenso queima, passa a mão do celular e liga para sua mãe:

– “Por que você nunca me contou que a vó foi para Woodstock”?

– “Ela foi”? – responde a mãe, em forma de pergunta.   

E, então, a conversa leva horas, ao aroma de Patchouli.

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