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Cravo, a especiaria do acolhimento.

3 minutos de leitura

Quando falamos do Cravo, fazemos uma viagem no tempo. Essa especiaria, conhecida cientificamente pelo nome de Eugenia caryophyllata Thunb, está ligada a inúmeros povos do mundo. Como os árabes, por exemplo. Já percebeu o quanto a culinária do Oriente Médio utiliza essa especiaria? E que a história da Índia também está relacionada com o perfume do Cravo? 

Conta a lenda que o Cravo migrou para a Europa por causa de um famoso chefe de cozinha, chamado François Vatel. Ele era mais do que uma autoridade no assunto. Praticamente, uma celebridade do século XVII. 

Na corte francesa de 1600, um chefe de cozinha precisava dar banquetes luxuosos e, por isso, eles eram vistos como grandes inventores. Vatel, por exemplo, ficou conhecido como o criador do chantili. E teria perfumado muitos jantares com os aromas do Cravo.

Entre um banquete e outro, o Cravo atravessou séculos, países e entrou na culinária das mais diversas culturas do planeta. Claro que, no Brasil, não foi diferente. 

Um dos pontos mais marcantes do Cravo na cozinha brasileira é que ele está diretamente relacionado ao afeto. É usado tanto para temperar carnes, principalmente nas festas de fim de ano, como está presente, também, nas sobremesas da vovó. Já viu um arroz doce sem Cravo? Não é a mesma coisa, né?

Intuitivamente, muitas pessoas acabam utilizando o Cravo, na culinária, sem perceber que uma das propriedades mais marcantes da especiaria é o acolhimento. Ele é capaz de nos trazer uma sensação de conforto. 

E como Cravo e culinária casam tão bem, vamos deixar, abaixo, uma receita de uma chefe de cozinha que representa muito a brasilidade. Rita Lobo coloca Cravo no arroz doce. 

Vamos deixar a receita, abaixo e também o link de onde está alocada, no site da própria chefe de cozinha. 

INGREDIENTES

  • 1 xícara (chá) de arroz
  • 3 xícaras (chá) de leite
  • 2 xícaras (chá) de água
  • ⅓ de xícara (chá) de açúcar
  • ½ lata de leite condensado
  • casca de 1 laranja
  • 1 canela em rama
  • 3 cravos-da-índia
  • 1 pitada de sal
  • canela em pó a gosto para servir

MODO DE PREPARO

  1. Lave bem a casca da laranja sob água corrente e seque. Com o descascador de legumes (ou uma faca de legumes afiada) faça tiras da casca da laranja, com cuidado para não extrair a parte branca – ela pode deixar a receita amarga.
  2. Numa panela média misture o leite, com a água, o açúcar e o sal. Junte o arroz, as tira da casca da laranja, a canela e os cravos. Leve ao fogo alto e mexa até começar a ferver.
  3. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais 20 minutos, mexendo de vez em quando, até o os grãos ficarem macios – nesse momento o preparo ainda deve estar com bastante líquido, pois os grãos continuam absorvendo o caldo enquanto esfriam. Misture o leite condensado e deixe cozinhar por mais 5 minutos para ficar cremoso.
  4. Transfira o arroz doce para uma tigela e cubra com filme em contato com o arroz – isso evita a formação de uma película no doce. Deixe amornar antes de levar para a geladeira – o arroz doce fica mais cremoso depois de esfriar. Polvilhe com canela em pó a gosto na hora de servir.

Essa receita está também em: https://www.panelinha.com.br/receita/arroz-doce-tradicional

Sem açúcar e com afeto

Foi pensando nessa sensação gostosa de acolhimento que criamos o Incenso Fênix de Cravo. Quando acendemos um incenso desse aroma no ambiente onde estamos, a especiaria cria uma atmosfera de segurança, despertando em nós o desejo de conquista. Por isso, que muitos dizem que o Cravo também está associado à prosperidade, pois é uma especiaria magnetizadora, que nos coloca em ligação com algo. Além de trazer essa sensação acolhedora, que falamos há pouco. 

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