Alecrim, a erva da alegria

Alecrim, a erva da alegria

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Era uma vez uma princesa chamada Lucrécia, ruiva e com a pele de pêssego, mal ficava limpa de tantas peripécias pelo reino. Filha do rei Damião, vivia explorando o castelo e suas dependências. O jardim desenhado com arbustos e flores era seu lugar favorito nas manhãs. Já o lago era onde se divertia todo fim de tarde. Atrás dele, ficava a floresta, mais distante, que nunca estava no roteiro.

Um dia Lucrécia foi visitar o reino ao lado e seu pai foi levá-la até a fronteira. No retorno uma senhora se aproximou do rei. Era uma bruxa que vinha de longe e parou o seu caminhar. Ela então explicou para Damião o que estava fazendo ali: queria lhe pedir uma jovem para levar embora pois esta lhe daria toda a juventude que precisava para mais 100 anos de vida. Em troca, livraria o reino de um castigo por anos a fio e uma onda de tristeza se instalaria em todas as pessoas. E ainda, afirmou que sua filha Lucrécia era a escolha perfeita.

Damião, muito assustado, disse a senhora que não mandaria sua única filha e que era um absurdo aquele pedido. 

A bruxa, raivosa, se afastou de Damião, levantou a varinha e todas as folhas começaram a subir. Como um redemoinho a magia alcançou todo o reino e assim, como um vento que passa, levou dali toda a alegria que sempre existiu. Damião saiu correndo para o castelo e quando chegou já percebeu todos cabisbaixos, como a bruxa falou, e se pôs a chorar.

Lucrécia, assim que chegou, viu que todos estavam tristes e seu pai, contou a ela, o que havia acontecido. Por ela não estar no reino não havia sido enfeitiçada. O que poderia fazer para ajudar todos?!  

Então, Lucrécia lembrou da lenda que na floresta morava uma feiticeira que sempre estava disposta a ajudar e era uma grande aliada do reino. Com flores, ervas e raízes, ela sempre tinha solução para os problemas do ser.

Lucrécia correu em disparada até lá, passando pelas árvores e pela mata fechada, até achar a clareira onde encontrou a árvore mais alta da floresta. Escalou galho a galho, até achar a casa que ficava escondida na copa. Bateu à porta e quem abriu foi a feiticeira. Lucrécia contou o ocorrido, a feiticeira franziu a testa e arregalou os olhos, tinha a solução perfeita. Chá de alecrim para todos!

Com um grande punhado de alecrim nas mãos, Lucrécia agradeceu a feiticeira e voltou ao castelo. Preparou a receita especial que aprendeu e começou a servir um a um do castelo. Logo quem bebia sentia uma leveza tomando conta de seu corpo, ficava alegre, disposto, como quem celebra a vida.

Quando todos do reino tomaram, algo a mais havia mudado, uma sensação de plenitude e alegria nunca alcançada antes tomou conta. Lucrécia, então,  pediu para plantarem em todo o reino muitas mudas de alecrim, que nunca faltasse o chá e a erva que havia transformado o espírito de todos.

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