O Mestre do Amor

O Mestre do Amor

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A Páscoa é considerada um dos momentos mais importantes para o Catolicismo. Foi no terceiro dia que Cristo ressuscitou e apareceu para os apóstolos. 

Não apenas para o Cristianismo, como também para muitas filosofias espirituais, a ressureição de Jesus é repleta de significados.

Cristo foi julgado, difamado, humilhado. Suas ideias eram consideradas inaceitáveis para um mundo que vivia sob o ódio, perseguições e conspirações. Uma Era em que pessoas podiam ser apedrejadas porque eram julgadas como ruins ou não puras, como o caso de Maria Madalena.

Por onde passava, trazia uma palavra que iria tocar o coração daqueles com quem ele se relacionava. E isso, mudava as pessoas, trazia um novo sentido, a sensação de que o bem existia dentro de um mundo tão difícil. De que Deus podia falar com as pessoas.

Depois de viver uma vida de persistência para compartilhar a luz, todos nós sabemos o final dessa história: Jesus foi crucificado. Mas, então, eis que da morte Cristo ressurge.

O sentido da ressureição

Existem muitas interpretações para o fato de Jesus reaparecer, dias depois de ser crucificado. A própria Bíblia narra esse fato:

Enquanto falavam sobre isso, o próprio Jesus apresentou-se entre eles e lhes disse: “Paz seja com vocês!” Eles ficaram assustados e com medo, pensando que estavam vendo um espírito. Ele lhes disse: “Por que vocês estão perturbados e por que se levantam dúvidas no coração de vocês? Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho”. Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e os pés. E por não crerem ainda, tão cheios estavam de alegria e de espanto, ele lhes perguntou: “Vocês têm aqui algo para comer?” Deram-lhe um pedaço de peixe assado, e ele o comeu na presença deles.

Lucas 24:36-43      

Túmulo Vazio: Detalhes da Ressurreição de Jesus Cristo

E uma das perspectivas mais aceitas para a ressureição de Cristo é de que ela é uma metáfora sobre a fé. Como pode um homem que pregou o amor, o bem, ideias de paz e amor morrer na cruz e ainda transcender a própria morte? 

Por um ato de fé! Cristo afirmou para multidões de que existia uma força muito maior que nos rege e que poderíamos acreditar que o bem sempre vence, que o amor é o caminho. Ele era um judeu repleto de compaixão, ensinando por meio de palavras e ações sobre o amor incondicional em todos os momentos de sua vida. Cristo trazia a mensagem de que quando temos fé, conseguimos superar qualquer obstáculo, inclusive a própria morte. 

Uma analogia que pode cair muito bem nos dias de hoje, já que estamos presenciando também momentos de intolerância, radicalismo e polarização. A história da morte de Jesus e vida após ela não seria um convite, a todos nós, para acreditarmos em dias melhores? Para exercermos nossa fé nesse período nebuloso da humanidade?

A analogia da Fênix

Para nós, a ressureição de Cristo tem um significado ainda maior já que a Fênix é a simbologia de uma ave que também renasce após a morte. Então, a Páscoa é um momento que permite trazer a sensação de renovação, de que podemos ressurgir numa versão mais pura de nós mesmos.

Essa é uma reflexão que, claro, não devemos fazer somente na Páscoa, mas sim sempre. Um caminho por vezes trabalhoso, mas humano, sensível e amoroso (conosco e com o planeta), assim como Cristo foi.  

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