Liberdade, a chave para ser autêntico.

Liberdade, a chave para ser autêntico.

4 minutos de leitura

Você se sente livre para expressar os seus desejos ou sonhos? 

Você sente na pele a felicidade de ser quem é? Fica feliz por suas virtudes e acolhe suas sombras?

Se sentir completo com sua história, sem julgar o que você poderia ter feito de diferente ou tentar ser igual a alguém, é um exercício que pode ser desafiador.

Mas, quando conseguimos compreender nossa vida material como um projeto que só vai acabar quando morremos, então, é uma das formas mais impactantes de enxergarmos a liberdade.

Estudiosos do tema, além dos grandes mestres que passaram por esse planeta, defendem o direito de se amar como uma forma única de se atingir a liberdade. 

E por que eles têm essa visão?

Podemos passar uma vida inteira tentando nos encaixar em padrões, em filosofias, para poder nos sentir pertencentes. No entanto, essa sensação de ser aceito porque compactuamos com determinados pontos de vista nos traz uma sensação de liberdade momentânea. Lá no fundo, você se sente livre de julgamentos porque cumpriu com “algumas regras sociais”.

Mas, e se você não for exatamente o que a sua família, o seu nicho imaginou para você, então, deixa de ser uma pessoa legal?

A mente, mente!

mulher meditando

Para nos aprofundarmos um pouco nesse tema, queremos trazer uma visão de Osho, que dedicou parte da sua vida para lembrar que, por horas, a mente pode tirar a liberdade de ser quem somos. 

E quando ele se referia à mente, estava falando de um conceito de que nossos pensamentos se constroem com base naquilo que nos foi ensinado como certo e errado. Pensamentos lineares e impostos.

Quando algo não dá certo na nossa vida ou achamos que não saiu como desejamos, podemos ter uma série de pensamentos que vão nos aprisionar num sentimento ruim. E, então, culpamos os outros por nossas frustrações porque estamos esperando que o outro “aprove” nossas ideias. 

Mas, se entendermos que nossa liberdade não está fora de nós e que não depende da conta bancária, da economia, da política ou das coisas que acontecem no meio exterior? E se pudermos nos sentir livres internamente? 

Existe uma obra atribuída a Osho chamada Liberdade. Dizem que os livros de Osho são, na verdade, um compilado de suas palestras. 

E essa obra tem como subtítulo: “a coragem de ser você mesmo”.  O que ele queria dizer com isso?

“No momento em que a pessoa assume a responsabilidade por si mesma… E lembre-se de que isso não é nenhum mar de rosas, existem espinhos também; não é açúcar no mel, existem momentos de amargura também. A doçura é sempre contrabalanceada pela amargura; elas vêm na mesma proporção. As rosas são contrabalanceadas pelos espinhos, os dias pelas noites, os verões pelos invernos. A vida mantém o equilíbrio pelos opostos polares. Assim, uma pessoa que esteja pronta para aceitar a responsabilidade por ela mesma, com todas as suas belezas, amarguras, alegrias e aflições, pode ser livre. Só uma pessoa assim, pode ser livre”. 

Liberdade x autenticidade

E, aí, nasce a autenticidade.

Ser autêntico não é não assumir responsabilidades. Esse é um conceito que pode ser distorcido como, por exemplo, por aqueles que dizem que “eu sou livre, então posso fazer e falar o que eu quero”. Isso não é liberdade. É irresponsabilidade.

Liberdade tem a ver com um sentimento interno de como você se sente com suas escolhas, com sua história. 

Como disse Osho, na citação acima, você sabe que existem muitas nuances do seu ser. Mas, quando está pronto para assumir todas elas, é quando, então nos tornamos livres.

Prisões externas, liberdade interna

E dentro desse conceito, quando nos sentimos felizes com o nosso ser, passamos a expressar mais facilmente quem somos, assumindo nosso ser, sem nos importarmos tanto com os julgamentos externos.

Não é interessante que a pandemia veio nos mostrar, dentro das prisões externas forçadas, de que há muita liberdade dentro de nós se conseguirmos enxergar nossas verdades?

Faça um pequeno teste: que tipos de liberdades você assumiu, sobre si mesma, que tem feito você se sentir mais autêntica hoje, do que um ano atrás?

Ficamos aqui torcendo para que você possa se olhar, cada vez mais, como um ser íntegro, honrando seus desejos, expressando sua liberdade, como uma criança que dança na chuva sem medos ou julgamentos. 

Sentindo-se livre para ser quem você é.

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